24 MAR | sáb | 21.30h
CIRCO CONTEMPORÂNEO
pela FIAR, Centro de Artes de Rua
• Destinatários: M/6
• Bilhete: € 5
• Inserido na Ond@Jovem’12
24 MAR | sáb | 21.30h
CIRCO CONTEMPORÂNEO
pela FIAR, Centro de Artes de Rua
• Destinatários: M/6
• Bilhete: € 5
• Inserido na Ond@Jovem’12

21 MAR | qua | 10.30h
TEATRO E ARTES PLÁSTICAS
Vera Alvelos
• Destinatários: M/8
• Crianças: € 1,5
• Acompanhante: € 2,5 (isento para professores e educadores)
• Inserido no Serviço Educativo Municipal
16 MAR | sex | 10.30h
TEATRO
pela Animateatro
• Destinatários: M/10
• Crianças: € 1,5
• Acompanhante: € 2,5 (isento para professores e educadores)

11 MAR | dom | 17h
TEATRO
pela Companhia de Teatro de Almada
• Crianças: € 1,5
• Adultos: € 2,5
• Inserido na Temporada de Música da Casa de Ópera do Cabo Espichel

TEATRO
25 FEV | sáb | 21.30h
O concelho de Sesimbra é dos poucos que ainda mantém viva a tradição das Cegadas, costume típico das zonas rurais, que se realiza há mais de cem anos. Ao estilo das antigas canções de escárnio e maldizer, estas manifestações carnavalescas “brincam” com os acontecimentos mais marcantes da sociedade. Em regra, são feitas por grupos constituídos por quatro, cinco ou seis elementos masculinos, que cantam em verso. Repetindo o êxito conseguido nos últimos anos, os cegantes regressam ao Cineteatro Municipal para mais um espetáculo cheio de boa disposição. Tal como é habitual, as Cegadas atuam também em vários locais do concelho.
• Destinatários: M/6
• Bilhete: € 3

OFICINA DE ESCRITA E TEATRO
10 FEV | sex | 10.30 e 14.30h
de Miguel Fragata
Fernando Pessoa definia-se como “um drama em gente” e inventou outras gentes para viverem o seu drama: os heterónimos. Quando um escritor cria um heterónimo, ele inventa um outro nome para assinar as coisas que escreve, mas Pessoa inventava uma vida completa para esse nome.
Quando tinha seis anos, criou o Chevalier de Pas, aos catorze, o Dr. Pancrácio e toda a redação do Jornal O Palrador, até J. M. Hyslop, o seu último heterónimo, revelado numa sessão espírita. Será um caso de múltipla personalidade, ou de imaginação delirante? Serão estas pessoas inventadas, heterónimos, amigos imaginários, ou personagens como no teatro? Sentado à mesa do seu café favorito, Fernando Pessoa criava as suas pessoas, escrevia-lhes o bilhete de identidade, fazia-lhes o mapa astral, definia-lhes a vida e também a morte…
Nesta oficina, sentados à mesa do Café Pessoa, vamos procurar o nosso próprio heterónimo, descobrindo-lhe a identidade e a história. Depois vamos passar do guardanapo de papel à ação e, se tudo correr bem, dar corpo ao nosso heterónimo, encarnando-o com a ajuda dos espíritos como o Fernando Pessoa fazia. Porque afinal, se na literatura se inventam pessoas, é no teatro que elas ganham vida.
• Destinatários: M/10
• Crianças: € 1,5
• Acompanhantes: € 2,5 (isento para professores e educadores)
• Inserido no Serviço Educativo Municipal
DANÇA
3 FEV | sex | 14.30h
Pedro Carvalho – Companhia Instável
Os números que ocupam os dias lentos deste homem são os números que os alunos estudam no 9.º ano e no ensino secundário, e que permitem a evolução da humanidade: o pi (π), o número de ouro (Ф), o infinito (∞), o número de Neper (e), os números complexos, entre outros. Deste modo, o espetáculo é uma viagem, ao mesmo tempo, na história da matemática/humanidade, nos conceitos e aplicações destes números, e aos segredos da construção artística, com base no movimento, de um objeto/espetáculo.
O processo de criação envolve a pesquisa teórico/prática acerca dos números “especiais” e do pensar esses mesmos números, numa perspetiva do pensar a matemática, uma filosofia da ciência dos padrões, sem esquecer as consequências que esses conhecimentos têm na forma como cada um de nós se movimenta/dança.
• Destinatários: M/12
• Crianças: € 1,5
• Acompanhantes: € 2,5 (isento para professores e educadores)
• Inserido no Serviço Educativo Municipal

DOMINGOS EM FAMILIA | TEATRO DE MARIONETAS
29 JAN | dom | 17h
Era uma vez… marionetas
Era uma vez uma carochinha que andava a varrer a casa e achou cinco réis e foi logo ter com uma vizinha e perguntou-lhe: «Ó vizinha, que hei de eu fazer a estes cinco réis?»
Respondeu-lhe a vizinha: «Compra doces.» «Nada, nada, que é lambarice.»
Foi ter com outra que lhe disse: «Compra fitas, flores, braceletes e brincos e vai-te pôr à janela e diz: «Quem quer casar com a carochinha que é bonita e perfeitinha?»
Apareceram vários pretendentes: um boi, um burro, um cão, um gato e um rato, que se chamava João Ratão. A Carochinha e o João Ratão apaixonaram-se, casaram-se. Certo dia a Carochinha pediu ao João Ratão que lhe ficasse a tomar conta da panela onde cozia feijões para o jantar. O João Ratão, que era guloso, ao provar os feijões caiu dentro da panela e lá ficou. Quando a Carochinha chegou a casa, encontrou o seu João morto na panela.
• Destinatários: M/3
• Crianças: € 1,5
• Acompanhantes: € 2,5
DOMINGOS EM FAMILIA | TEATRO
15 JAN | dom | 17h
Animateatro
Inspirada no clássico Romeu e Julieta, trouxemos para o presente uma história que nos mostra as quezílias entre duas matilhas de cães que vivem num simples beco. O amor e o instinto pela sobrevivência irá fazer com que aprendam a viver em harmonia.
De um lado os Ski, de um outro, os Ex, dois grupos de cães que têm dificuldades em partilhar o espaço físico, a comida… A sobrevivência impera, tudo é motivo de discórdia.
Desses conflitos surgem encontros que dão lugar ao amor entre elementos de lados opostos, o perigo emerge, há que unir forças e salvar Brizela!
• Destinatários: M/6
• Crianças: € 1,5
• Acompanhantes: € 2,5

TEATRO
13 JAN | sex | 10.30h
de Catarina Requeijo
“Amarelo-canário, amarelo-gema, amarelo-claro (ou será amarelo-clara). Amarelo torrado, amarelo-vivo (existe amarelo morto?), muitos são os adjetivos atribuídos a esta cor. Mas na realidade, existem muitos, ou só um amarelo que se transforma, qual camaleão? Às vezes é amargo, como nos limões, outras doce, como no mel. Às vezes arrepia, outras esquece. Como podemos chegar a conhecer esta cor tão versátil e intrigante, que se escapa por entre os dedos como areia quando tentamos agarrá-la? O convite é tentar conhecer o amarelo com todos os nossos sentidos – como cheira, a que soa, a que sabe, que forma tem, que histórias nos pode contar…
Certamente, depois de ver o espetáculo, há de haver quem continue a preferir o verde ou o rosa, mas é mesmo assim! O que seria do mundo se todos gostassem do amarelo?”
• Destinatários: M/3
• Crianças: € 1.5
• Acompanhantes: € 2.5 (isento para professores e educadores)
• Inserido no Serviço Educativo Municipal